Resposta breve: leia a lista de ingredientes, a validade, o modo de uso e os avisos, e desconfie de promessas exageradas na frente da embalagem. Termos como "natural", "dermatologicamente testado" ou "milagroso" nem sempre dizem o que parecem. Em caso de dúvida ou de pele sensível, consulte um profissional de saúde.
Passo a passo
- Comece pela parte de trás. A frente é marketing; atrás estão ingredientes, validade, modo de uso e fabricante.
- Leia a lista de ingredientes. Em muitos países, ela segue uma nomenclatura internacional (INCI) e vai, em geral, da maior para a menor concentração. Nem sempre é fácil de entender, e isso é normal.
- Procure alergias conhecidas. Se você sabe que reage a algo, procure o nome na lista.
- Entenda as alegações. "Hipoalergênico", "natural" e "dermatologicamente testado" podem ter definições vagas ou variar entre países. Procure o que está por trás do termo.
- Observe os testes. Estudos citados devem ter fonte e contexto. Um resultado em condições de laboratório não é garantia para todas as pessoas.
- Veja o modo de uso e os avisos. Quantidade, frequência, cuidados com o sol e restrições para gestantes ou crianças estão ali.
- Confira validade e registro. Em alguns países, cosméticos precisam estar registrados ou notificados na autoridade de saúde. Confira o que se aplica ao seu.
- Faça um teste em pequena área quando usar um produto novo, e observe antes de usar mais.
Termos que pedem cautela
- "Natural": não é sinônimo de seguro, nem de ausência de alergia.
- "Sem químicos": tudo é química, e o termo não significa nada específico.
- "Resultados em X dias": depende de pessoa, uso e condição da pele.
- "Testado clinicamente": convém saber por quem, em quantas pessoas e como.
Segurança
Reações como vermelhidão, ardência, coceira ou inchaço pedem que você pare o uso e procure um profissional. Nenhum rótulo substitui a avaliação individual.
Custo