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1 história, 1 ideia, 1 descoberta, 1 ferramenta, 1 livro.
Sem revisão, a memória de algo novo cai rápido — é por isso que a repetição espaçada funciona tão bem.
| Tempo desde o aprendizado | Retenção estimada |
|---|---|
| Logo após aprender | 100% |
| 1h depois | 97% |
| 9h depois | 74% |
| 1 dias depois | 45% |
| 2 dias depois | 20% |
| 3 dias depois | 9% |
| 7 dias depois | 0% |
| 30 dias depois | 0% |
Revisar o conteúdo em intervalos crescentes — horas, depois dias, depois semanas — interrompe essa queda e fixa a memória de forma muito mais eficiente do que reler tudo de uma vez.
Esta é uma ilustração simplificada baseada no formato geral da curva de esquecimento de Ebbinghaus, não uma medição da sua memória específica.
Visualizador que mostra, em tabela e gráfico, como a lembrança de algo recém-aprendido cai com o tempo quando você não revisa. Serve para estudantes e profissionais que querem entender por que esquecem tanto depois de uma aula ou leitura e por que a revisão em intervalos ajuda.
A ferramenta usa uma queda exponencial simplificada, no estilo da curva de Ebbinghaus. A retenção estimada é 100% vezes e elevado a menos o tempo em horas dividido por 30 (24 horas vezes uma constante de 1,25 embutida no código). Ela calcula esse valor para pontos fixos: logo após aprender, 1h, 9h, 24h, 48h, 72h, 168h e 720h. É uma ilustração, não um modelo personalizado.
Pelos pontos da ferramenta: logo após aprender, 100%. Após 1 hora, cerca de 96,7%. Após 9 horas, 74,1%. Após 24 horas, 44,9%. Após 48 horas, 20,2%. Após 72 horas, 9,1%. Em 7 dias (168 horas), menos de 1%. A queda é mais acentuada no início, o que justifica rever o conteúdo cedo.
É uma ilustração simplificada, não uma medição da sua memória. A velocidade real do esquecimento depende do conteúdo, do sono, do interesse e de como você estudou. Não serve para diagnóstico de memória.